O sonho de toda bailarina é subir nas pontas.
Principalmente quando não tivemos a oportunidade de ter aulas de ballet quando
crianças ou essas aulas tiveram que ser interrompidas por algum motivo, antes de
subir nas pontas. Às vezes é frustrante querer usar as sapatilhas e não
poder.
Muitas vezes, isto leva à bailarina ou, principalmente, ministra de dança, comprar as sapatilhas por conta própria, fazendo treinamento sozinha, em casa, sem qualquer supervisão.
Uma atitude que pode gerar lesões graves e, em alguns casos, até permanentes, pela falta de técnica no uso das pontas. Subir nas pontas chega a ser fácil na concepção do inexperiente, já que as sapatilhas têm um revestimento de gesso, que possibilita à bailarina ficar nas pontas com estabilidade. Mas, o maior problema é: seus pés estão prontos para estar nesta posição? Seus tornozelos são fortes e flexíveis o suficiente para manter esta posição, sem causar nenhum dano, como torções, luxações, lesões etc? Seus pés estão trabalhados o suficiente para ficarem na posição correta? Todo o seu corpo está preparado para colocar o peso e o equilíbrio necessários nas pontas?
Lembre-se: Seus pés vão ficar numa posição incomum, sustentando todo o seu peso e seu corpo, no dedão e nos dedos subsequentes. Seus pés estão prontos para isso?
Como este blog se destina a ajudar os ministros de dança em todas as suas dúvidas, dando dicas, informações, e também, ajudá-los como um cantinho ministerial, com mensagens de ânimo, força, coragem e conteúdo bíblico, eu jamais poderia deixar de falar sobre algo assim. Em posts anteriores, compartilhamos sobre sapatilhas de ponta, uso correto, exercícios para os pés, riscos de subir nas pontas, mas este é um estudo específico sobre isso, e destina-se a todas as ministras de dança, e também bailarinas, que iniciaram seus treinamentos em idade avançada, e têm o desejo de subir nas pontas. Este post também faz parte de um estudo para palestras específicas para ministros e grupos de dança nas igrejas. Clique em "continue lendo" abaixo para ler o post completo.
Que Deus os abençoe ricamente.
Antes de subir nas pontas, é necessário, EXTREMAMENTE, trabalhar os pés, para que eles fiquem nesta posição, da foto acima. Como você pode ver, os pés não ficam RETOS. O pé possui uma curvatura na altura do peito, que se chama COLO DE PÉ. Você percebe também esta curvatura quando o pé está an dehors. Veja o pé que está de lado. Ele tem uma natural curvatura na planta do pé.
1. Alongamento de Tendões e Músculos do Pé
Para se adquirir um pé como este, é preciso trabalho de exercícios, de muito tempo. Para quem começa as aulas quando criança, é mais fácil, pois naturalmente nascemos com os nossos músculos e tendões devidamente alongados. O trabalho com as crianças evita que, durante o crescimento, se perca este alongamento. Para os que começam o trabalho com idade mais avançada, é preciso entender que vai se fazer um trabalho prolongado, para readquirir esse alongamento perdido com os anos. Por isso, a primeira coisa que o iniciante deve compreender é: PACIÊNCIA. PERSEVERANÇA. São palavras que devem estar constantemente na mente do iniciante. E, para quem deseja trabalhar isto para o Reino de Deus, MUITA ORAÇÃO E FÉ.
Mas veja: um pé alongado não é o suficiente.
2. Flexibilidade de Tornozelos
Os tornozelos devem ser flexíveis. O que isto quer dizer? Durante o trabalho com pontas, se faz muitos movimentos de relevé, onde se sobe constantemente nas pontas e se desce também. Há movimentos de saltos, em que assim que os pés saem do chão, precisam estar devidamente esticados, e prontos para voltarem ao chão, começando pelas pontas, meia-ponta e planta do pé no chão. Todos esses movimentos exigem um tornozelo flexível, ou ele não aguentará.
Para se ter um tornozelo flexível, antes de tudo é trabalhar o alongamento. E trabalhar esses movimentos: ponta, meia-ponta, flex, meia-ponta, ponta, etc... Esses exercícios são feitos nas escolas de ballet, com variáveis, para as aulas de barra e centro de sala. O bailarino, com o tempo, vai adquirindo flexibilidade nos tornozelos, para que eles, estando alongados, também possam, devidamente, suportar tanta mobilização.
Mas um pé alongado e tornozelo flexível também não são suficientes. É preciso uma terceira coisa.
3. Força nos pés e tornozelos
Um pé fraco não suportará o peso do corpo, nem tanta movimentação em seus músculos. Você pode ter um alongamento invejável, uma ponta linda, com colo de pé avantajado, um tornozelo flexível, mas se os músculos do seu pé, e os que circundam o tornozelo forem fracos, quando você ficar na ponta, a flexibilidade de seu tornozelo poderá até mesmo ser um problema, causando torções e lesões, às vezes irreversíveis.
É preciso fortalecer os tornozelos, os músculos, além de alongá-los, para que possam suportar. Muitas bailarinas, com todo o trabalho que têm em salas de aula, ainda assim desenvolvem problemas, como tendinite, por causa do esforço que fazem.
Observe essa imagem:
Essa foto mostra uma sala de aula de iniciantes adultas no ballet, que estão iniciando seus trabalhos na ponta. Observe os pés da segunda aluna na fila. Agora, observe os pés desta foto, mostrando os pés de uma bailarina preparada para usar as pontas:
Os pés estão basicamente na mesma posição. Você pode observar as diferenças? A pessoa que sobe nas pontas sem o pé estar preparado para tal, fica na posição dos pés da iniciante, da primeira foto. O colo do pé e o tornozelo estão alinhados com os joelhos na segunda foto, não importa se os pés estão afastados ou não. Veja a curvatura do colo do pé, à medida que os pés se afastam. Esta é a posição correta dos pés na ponta, ao contrário da foto anterior.
Os pés de uma bailarina têm sua beleza própria. Às vezes escutamos que os pés de bailarina são feios, por causa de formação de calos, joanetes, entre outras coisas. Mas um pé bem cuidado, ele é belo, em sua própria forma.
Olhe este pé na ponta, sem a sapatilha.
Observe o colo do pé arredondado, a curvatura da planta do pé em relação ao calcanhar e os dedos do pé. Para ter uma boa ponta, tem que alinhar o dedão do pé e o tornozelo, numa linha reta com o joelho.
Este é um raio-x de uma bailarina nas pontas. Como na foto anterior, você pode observar a posição de seu calcanhar e o resto dos ossos do pé. Para manter o pé nesta posição, é preciso fortalecer os músculos do pé.
Veja algumas lesões que podem ocorrer pelo mau uso da sapatilha de ponta:
[Adriana Coutinho de Azevedo Guimarães
As aulas de ballet trazem uma série de exercícios para auxiliá-la a subir nas pontas. Fortalecimento dos pés e seus músculos, flexibilidade dos tornozelos e alongamento de tendões e músculos, fora os demais exercícios para o corpo todo. Lembre-se, o ballet não está nos pés, está em todo o corpo. Não adianta ter um pé preparado se não há a postura correta.
Muitas vezes, isto leva à bailarina ou, principalmente, ministra de dança, comprar as sapatilhas por conta própria, fazendo treinamento sozinha, em casa, sem qualquer supervisão.
Uma atitude que pode gerar lesões graves e, em alguns casos, até permanentes, pela falta de técnica no uso das pontas. Subir nas pontas chega a ser fácil na concepção do inexperiente, já que as sapatilhas têm um revestimento de gesso, que possibilita à bailarina ficar nas pontas com estabilidade. Mas, o maior problema é: seus pés estão prontos para estar nesta posição? Seus tornozelos são fortes e flexíveis o suficiente para manter esta posição, sem causar nenhum dano, como torções, luxações, lesões etc? Seus pés estão trabalhados o suficiente para ficarem na posição correta? Todo o seu corpo está preparado para colocar o peso e o equilíbrio necessários nas pontas?
Lembre-se: Seus pés vão ficar numa posição incomum, sustentando todo o seu peso e seu corpo, no dedão e nos dedos subsequentes. Seus pés estão prontos para isso?
Como este blog se destina a ajudar os ministros de dança em todas as suas dúvidas, dando dicas, informações, e também, ajudá-los como um cantinho ministerial, com mensagens de ânimo, força, coragem e conteúdo bíblico, eu jamais poderia deixar de falar sobre algo assim. Em posts anteriores, compartilhamos sobre sapatilhas de ponta, uso correto, exercícios para os pés, riscos de subir nas pontas, mas este é um estudo específico sobre isso, e destina-se a todas as ministras de dança, e também bailarinas, que iniciaram seus treinamentos em idade avançada, e têm o desejo de subir nas pontas. Este post também faz parte de um estudo para palestras específicas para ministros e grupos de dança nas igrejas. Clique em "continue lendo" abaixo para ler o post completo.
Que Deus os abençoe ricamente.
Antes de subir nas pontas, é necessário, EXTREMAMENTE, trabalhar os pés, para que eles fiquem nesta posição, da foto acima. Como você pode ver, os pés não ficam RETOS. O pé possui uma curvatura na altura do peito, que se chama COLO DE PÉ. Você percebe também esta curvatura quando o pé está an dehors. Veja o pé que está de lado. Ele tem uma natural curvatura na planta do pé.
1. Alongamento de Tendões e Músculos do Pé
Para se adquirir um pé como este, é preciso trabalho de exercícios, de muito tempo. Para quem começa as aulas quando criança, é mais fácil, pois naturalmente nascemos com os nossos músculos e tendões devidamente alongados. O trabalho com as crianças evita que, durante o crescimento, se perca este alongamento. Para os que começam o trabalho com idade mais avançada, é preciso entender que vai se fazer um trabalho prolongado, para readquirir esse alongamento perdido com os anos. Por isso, a primeira coisa que o iniciante deve compreender é: PACIÊNCIA. PERSEVERANÇA. São palavras que devem estar constantemente na mente do iniciante. E, para quem deseja trabalhar isto para o Reino de Deus, MUITA ORAÇÃO E FÉ.
Mas veja: um pé alongado não é o suficiente.
2. Flexibilidade de Tornozelos
Os tornozelos devem ser flexíveis. O que isto quer dizer? Durante o trabalho com pontas, se faz muitos movimentos de relevé, onde se sobe constantemente nas pontas e se desce também. Há movimentos de saltos, em que assim que os pés saem do chão, precisam estar devidamente esticados, e prontos para voltarem ao chão, começando pelas pontas, meia-ponta e planta do pé no chão. Todos esses movimentos exigem um tornozelo flexível, ou ele não aguentará.
Para se ter um tornozelo flexível, antes de tudo é trabalhar o alongamento. E trabalhar esses movimentos: ponta, meia-ponta, flex, meia-ponta, ponta, etc... Esses exercícios são feitos nas escolas de ballet, com variáveis, para as aulas de barra e centro de sala. O bailarino, com o tempo, vai adquirindo flexibilidade nos tornozelos, para que eles, estando alongados, também possam, devidamente, suportar tanta mobilização.
Mas um pé alongado e tornozelo flexível também não são suficientes. É preciso uma terceira coisa.
3. Força nos pés e tornozelos
Um pé fraco não suportará o peso do corpo, nem tanta movimentação em seus músculos. Você pode ter um alongamento invejável, uma ponta linda, com colo de pé avantajado, um tornozelo flexível, mas se os músculos do seu pé, e os que circundam o tornozelo forem fracos, quando você ficar na ponta, a flexibilidade de seu tornozelo poderá até mesmo ser um problema, causando torções e lesões, às vezes irreversíveis.
É preciso fortalecer os tornozelos, os músculos, além de alongá-los, para que possam suportar. Muitas bailarinas, com todo o trabalho que têm em salas de aula, ainda assim desenvolvem problemas, como tendinite, por causa do esforço que fazem.
Observe essa imagem:
Essa foto mostra uma sala de aula de iniciantes adultas no ballet, que estão iniciando seus trabalhos na ponta. Observe os pés da segunda aluna na fila. Agora, observe os pés desta foto, mostrando os pés de uma bailarina preparada para usar as pontas:
Os pés estão basicamente na mesma posição. Você pode observar as diferenças? A pessoa que sobe nas pontas sem o pé estar preparado para tal, fica na posição dos pés da iniciante, da primeira foto. O colo do pé e o tornozelo estão alinhados com os joelhos na segunda foto, não importa se os pés estão afastados ou não. Veja a curvatura do colo do pé, à medida que os pés se afastam. Esta é a posição correta dos pés na ponta, ao contrário da foto anterior.
Os pés de uma bailarina têm sua beleza própria. Às vezes escutamos que os pés de bailarina são feios, por causa de formação de calos, joanetes, entre outras coisas. Mas um pé bem cuidado, ele é belo, em sua própria forma.
Olhe este pé na ponta, sem a sapatilha.
Observe o colo do pé arredondado, a curvatura da planta do pé em relação ao calcanhar e os dedos do pé. Para ter uma boa ponta, tem que alinhar o dedão do pé e o tornozelo, numa linha reta com o joelho.
Este é um raio-x de uma bailarina nas pontas. Como na foto anterior, você pode observar a posição de seu calcanhar e o resto dos ossos do pé. Para manter o pé nesta posição, é preciso fortalecer os músculos do pé.
Veja algumas lesões que podem ocorrer pelo mau uso da sapatilha de ponta:
[Adriana Coutinho de Azevedo Guimarães
Joseani Paulini Neves Simas]
"O uso das sapatilhas de
ponta, quando iniciado cedo demais, força a estrutura muscular, os tendões e os
ligamentos, ocasionando problemas ortopédicos graves, como pé chato, no qual não
se desenvolve a curvatura, deixando os ligamentos frouxos, criando hérnias da
cápsula articular nos ligamentos das articulações ósseas e calosidades.
Certas tendências e
formações imperceptíveis inicialmente podem se agravar, como problemas de
coluna, observados nas posturas quase sempre erradas. Várias são as bailarinas
com joanetes, calos e com problemas nos joelhos. Podem surgir joelhos elásticos
ou para trás, em consequência de ligamentos distendidos. Outras deformações
ainda podem advir do uso precoce de pontas, com os pés em garra, ou seja, com os
dedos encolhidos, como sugere o nome."
Pés em
garra
Joanetes
"O trabalho nas pontas faz com que os dois
primeiros metatarsos suportem a maior parte do peso corporal. Consequentemente,
quando as bailarinas aprendem a dançar nas pontas dos pés, esses ossos começam a
sofrer processos de remodelagem, de forma que a cortical do primeiro e do
segundo raio torna-se muito mais espessa que nas pessoas que não dançam. Durante
o treinamento, e até mesmo através da carreira, esses ossos, em particular o
segundo raio, correm o risco de sofrer uma fratura por estresse.
A manifestação habitual é aquela com início
gradual de dor na base do segundo metatarso, que, no início, aumenta com o
trabalho na ponta dos pés, e costuma ser seguida por dor ao adotar a posição de
meia-ponta. Se não for tratada, a dor pode manifestar-se até mesmo no andar. Se
forem excluídas insuficiências dietéticas e se a gordura corporal parece estar
dentro dos limites de uma boa saúde, o tratamento consiste em repouso em relação
às atividades agravantes, ao mesmo tempo que a força é mantida com exercícios
que não produzem dor.
Como os sapatos para o trabalho de ponta são bem
mais rígidos e mais estreitos que os sapatos de meia ponta, a realização de
tração sobre o assoalho é mais difícil até mesmo quando os pés estão totalmente
em contato com a superfície. A falta de força no pé e no tornozelo pode
resultar em entorses agudas do tornozelo ou lesões por uso excessivo, tais como
tendinite peroneira, tendinite do tendão de Aquiles, e tendinite tibial
posterior.
Na dança, a maioria das lesões deve-se a erros
de técnica e de treinamento."
Praticamente, todas as escolas de ballet aceitam
iniciantes adultos, onde você poderá ter aulas, fazer os treinamentos além de
aprender os fundamentos do ballet. Você aprenderá a ter mais disciplina, e isso
fará bem para você. Converse com o profissional, informe seu desejo de trabalhar
para subir nas pontas. Ele fará uma avaliação em seu corpo, observará você em
seus exercícios, e trabalhará para isso. Mas, não faça, em hipótese alguma, por
conta própria. Você não tem o conhecimento necessário para fazê-lo e isso poderá
trazer sérios danos à sua saúde.
As aulas de ballet trazem uma série de exercícios para auxiliá-la a subir nas pontas. Fortalecimento dos pés e seus músculos, flexibilidade dos tornozelos e alongamento de tendões e músculos, fora os demais exercícios para o corpo todo. Lembre-se, o ballet não está nos pés, está em todo o corpo. Não adianta ter um pé preparado se não há a postura correta.
A beleza do ballet está na forma perfeita, em que
a impressão que se tem é que a bailarina não faz esforço algum, não tem quase
peso, e pode até mesmo voar, leve como uma pluma. Mas, para dar esta impressão
etérea, é preciso muito trabalho. Só mesmo a bailarina sabe a quantidade de
força que coloca em seu corpo, nos músculos certos, para que uma perna se erga
suavemente, como se não tivesse peso algum. Só uma bailarina sabe o quanto seu
pé sofre para ficar na ponta, e seu corpo se equilibra para manter esta pose,
como se não pesasse nada.
Um professor, uma escola de ballet, são coisas
extremamente necessárias para quem deseja subir nas pontas. Não compre uma
sapatilha de ponta sem consultar um professor, sem estar em treinamento com um
professor. Isso poderá causar sérios danos a você. Até mesmo pela compra errada
das sapatilhas, bem como seu mau uso.
Se você já usa as sapatilhas, por conta própria,
procure imediatamente um médico ortopedista para avaliar seus pés. Procure um
podólogo para resolver alguns problemas, como calosidades, unhas encravadas,
etc. E procure uma escola de ballet, informe que você começou a utilizar as
sapatilhas por conta própria e que seu desejo é obter treinamento para usá-las.
Aqui mesmo no blog fiz uma coletânia, para quem mora em Recife-PE, de escolas de
ballet com endereços, telefones e valor de mensalidade. Vale à pena
conferir.
O ballet é uma dança linda, e é maravilhosa para
adorar ao Senhor. Mas ela só é linda quando é feita da maneira correta, com
todas as suas regras e técnicas, para se conservar a saúde do corpo e ter uma
bela performance, sem deixar nada a desejar, evitando lesões entre outras
coisas.
Eu já falei aqui no blog e repito: o nosso corpo é
templo do Espírito Santo, não pode ser usado de qualquer jeito. E isto inclui
cuidar de nossa saúde. O Espírito Santo não trabalhará com sua dança enquanto
você estiver quebrando as regras que Ele mesmo fez quando nos criou: as regras
de limites corpóreos. Nós temos que respeitar nossos próprios limites e observar
a maneira correta de fazer as coisas. É dessa forma que Deus nos aprova.
Somos ministros e temos obrigação de levar esta
informação a todos os nossos liderados. E, é claro, temos obrigação de seguir
essas orientações também. É mais que importante: é nossa obrigação como
cristãos.
Não devemos deixar as coisas separadas.
O que o ballet nos ensina é: TER PERSEVERANÇA E
PACIÊNCIA. Prove que tu mereces isto. Seja perseverante, não desista. E tenha
paciência. No tempo certo, com os treinamentos necessários, você chegará
lá.
Deus te abençoe.
"Porque dEle, por Ele e para Ele são todas
as coisas.
Glória, pois, a Ele
eternamente."
Romanos 11:36